Publicada em 05/04/2016 às 16:39:24h | Editoria Brasil
CSPB: NOTA DE REPÚDIO AO PLP 257/2016




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O SINAPF-MS, entidade de classe filiada à Nova Central Sindical dos Trabalhadores - NCST, divulga e apoia as grandes Centrais Sindicais na luta contra o PLP 257.

Por que a conta terá que ser paga pelo funcionalismo?


A CSPB, entidade de grau superior que representa o conjunto dos servidores públicos brasileiros, vem a público manifestar seu absoluto repúdio ao PLP 257/2016, enviado ao Congresso no dia 22 de março e que tramita em regime de urgência.  A pretexto de viabilizar o refinanciamento dos Estados e do DF apresenta como contrapartida aos entes federados medidas para contenção de custos que atingem diretamente os servidores públicos e a sociedade como um todo. 


No momento em que o governo federal mais carece de respaldo e apoio popular, a proposição de medidas como privatização, congelamento salarial, suspensão de concursos, demissão de servidores, suspensão da política de aumento real do salário mínimo, são uma clara demonstração de deslealdade à classe trabalhadora e os movimentos sociais.

 

As exigências contidas no PLP 257/2016, serão devastadoras para os servidores públicos das três esferas de governo e para a sociedade. Ao optar pela sinalização de afagos ao mercado financeiro e na negociação de acordos com gestores estaduais e municipais em troca de sustentação política, o executivo federal age de maneira temerária e insensata, renunciando o apoio daqueles que, verdadeiramente podem contribuir para que a crise política seja superada e o Brasil possa retomar o caminho do desenvolvimento social e do crescimento econômico. 

 

Tais medidas terão impacto negativo em toda a rede de políticas públicas essenciais, prejudicando não apenas servidores, mas também os usuários de serviços públicos, acarretando um elevado custo ao povo brasileiro, sobretudo aos mais humildes que dependem e precisam da proteção social, que será, irremediavelmente, prejudicada pela redução do estado e restrição dos serviços públicos. 

 

Em uma lógica perversa e de completa injustiça, sobre os servidores públicos recairá todo o peso da degradação financeira das Unidades Federativas, cujo agravamento é decorrente dos juros extorsivos a que são submetidos. Não será com a edição de pacotes de austeridade fiscal e corte de direitos que os gestores públicos irão superar a crise econômica, é necessário coragem para enfrentar a sangria causada pela dívida pública brasileira, que abocanha quase metade do orçamento federal, sacrificando o país, em âmbito nacional e regional, enquanto o capital financeiro goza de privilégios e isenções.

 

Com base em sua história de luta na defesa dos Servidores Públicos Brasileiros, nestes 57 anos de existência, a CSPB reforça o compromisso de, sem medir ou condicionar esforços, combater este projeto, por compreender que ele acarretará uma piora irreversível na qualidade dos serviços públicos.

 

Por fim, conclamamos todas as entidades filiadas para mobilizarem-se contra a aprovação do PLP 257/2016, pois o êxito em nossos propósitos só será possível com a unidade de ação, materializada no trabalho coletivo dos servidores públicos brasileiros e dirigentes sindicais.

 

RESPEITE O SERVIDOR PÚBLICO BRASILEIRO

DIGA NÃO AO PLP 257/2016

 

 

João Domingos Gomes dos Santos

Presidente da CSPB



CSPB


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